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12 de maio de 2010

Paris by Philippe Starck: Hotel Mama Shelter

Se você pretende curtir férias em Paris fora do roteiro óbvio/turístico, um bom começo é hospedar-se no Mama Shelter. Com design criado por Philippe Starck, o hotel conquistou diversas indicações importantes (Revistas Wallpaper e Travel and Leisure). Ele oferece conforto e modernidade, aliados a preços acessíveis (no mês de setembro, há diárias por 89 euros! Mas os preços podem chegar perto de 200 euros, no quarto mais luxuoso). Além disso, por ser localizado fora do centro da cidade, bem distante das atrações turísticas mais procuradas e do agito cosmopolita, poderá lhe proporcionar uma experiência bem diferente: a vida num bairro parisiense.

17 de março de 2010

Posada Arenas de Jose Ignacio: sinta-se em casa!

Esse é o lema do simpático casal Esther e Fernando, proprietários da Posada Arenas de Jose Ignacio: sinta-se em casa. O seu café da manhã será servido até ao meio dia, você terá cadeiras de praia e guarda-sol para levar para onde quiser, quando voltar da praia o seu quarto estará arrumado e cheiroso e, se quiser jantar, poderá desfrutar de uma comida simples, mas muito bem preparada, acompanhada de um bom vinho uruguaio. Cruzará com poucos hóspedes, já que são apenas oito quartos, e não será incomodado com o vai-e-vem dos funcionários, que são orientados a falar baixo e não fazer barulho (o que me parece óbvio, mas muitos hotéis parecem não saber). O carinho e a dedicação dos proprietários foram traduzidos também na arquitetura: o projeto da pousada foi minusciosamente desenhado por Fernando.  Por tudo isso, você certamente ficará bem à vontade! Os preços para o casal na temporada variam de US$ 300,00 (Preço mais alto, para Reveillon) a US$ 170,00.






9 de março de 2010

Jose Ignacio. A dica é: vá!

Fui a Jose Ignacio porque sou obstinada. Ouvi pela primeira vez a respeito desta praia há um ano e meio num programa do Discovery Travel and Living. Anotei meia dúzia de palavras num papel .... como se eu fosse precisar! De tempos em tempos eu dava uma olhadinha na internet, tentava encaixar num feriado. Neste carnaval deu certo.
Fica a 40 Km de Punta Del Este. Aluguei o carro em Montevideo e fui até lá. Uma viagem tranquila, de duas horas. Quando cheguei, não tinha mais vontade de sair, de ir para as praias mais próximas a Punta, mais abarrotadas de gente. Tem uma atmosfera especial. É um pueblo bem pequeno, com lojinhas e restaurantes bons, um ou dois mercadinhos, uma sorveteria Freddo (ai como eu gosto!) pousadas e casas charmosas e o farol, de onde se pode ver as duas praias, a Mansa e a Brava.
A Brava costuma ser mais lotada que a Mansa. Talvez seja pela presença do restaurante  La Huella, que, por ficar praticamente na areia, permite que as pessoas façam uma pausa para o almoço sem ter que retirar as coisas da praia.
A Mansa não oferece qualquer estrutura de bar ou restaurante e é mais procurada ao entardecer, porque tem posição privilegiada para ver o por-do-sol, que acontece no mar.
Geralmente as pessoas costumam sair da praia para o almoço e, depois, lá pelas 5 da tarde, voltam e ficam até o fim do dia. Já os que não arredam o pé da areia, preferem levar seus comes e bebes em sacolas ou caixas térmicas. Não exagero ao dizer que vi várias pessoas com espumante na praia, com taça e tudo. Esquema profissional! Pena que eu não tinha uma caixa dessas, pois faria o mesmo.
Lá, não existem as barraquinhas de vendedores que existem por aqui. Deve ser por isso que, nos poucos quiosques, uma lata de cerveja morna custa R$ 10,00!
Por isso, prepare-se: leve seu isopor ou acostume-se com a idéia do preço e da temperatura da cerveja.
Há muitas famílias e muitas crianças na praia, ou seja, não é um destino indicado apenas para casais.
Divirta-se!

Praia Mansa



Pelas ruas da cidade



Padaria, com empanadas de carne fantásticas

Praça central

Praia Brava


12 de janeiro de 2010

Teto do Cafundó: um lugar bem prá lá de especial

Tinha expectativas altas para o Reveillon: a Pousada tinha sido super bem recomendada. Chegamos à noite, tudo escuro. Víamos apenas umas luzinhas bem distantes, lá embaixo. A Tatiana, proprietária da pousada, avisou: amanhã cedo vocês poderão ver, é bem agradável a vista aqui.
Desmaiamos. No dia seguinte, a surpresa: a vista é magnífica, o clima é delicioso e o café da manhã, um manjar dos deuses, preparado com todo carinho e cuidado pelo Renato, chef e proprietário.
É o lugar ideal para descansar: o café da manhã não tem horário para ser servido, o que significa poder acordar ao meio dia (adoro isso); o quarto é lindo e confortável, com uma daquelas camas gigantes deliciosas, ofurô e dvd; a pousada tem uma ótima coleção de dvds e livros. Não dá vontade de sair de lá. O negócio é se entregar e relaxar!
O casal Tatiana e Renato se esmeram nos detalhes: kit para banho no ôfuro de presente no dia 31, surpresinhas no café-da-manhã (se você for, terá que ser surpresa também e, por isso, sem mais detalhes!), sem falar na decoração, de extremo bom gosto!
E minhas expectativas?!?! Superadas, sem sombra de dúvida! Fica a dica para o seu próximo feriadão: Teto do Cafundó.







Chalé Equilíbrio



Feliz Ano Novo

6 de janeiro de 2010

Termas de Puyuhuaphi: Chile surpreendente!

Puyhuapi fica no norte da Patagônia, na décima primeira região do Chile, Província de Aisén, cuja capital é Coihaique. Como fui parar lá?!?! Indicação da minha guru, Soninha (Veja o texto que publiquei na Elas e Lucros sobre ela). Além do aconchego das Termas de Puyuhuapi, a viagem de catamarã à Laguna San Raphael, declarada patrimônio da Humanidade pela UNESCO, me interessou bastante.
Então começa a viagem: três horas de vôo de Santiago até Balmaceda; sete horas de van pela Carretera Austral até o ponto onde se pega o barco para que em 15 minutos se chegue ao conforto do SPA. 

Carretera Austral

Termas de Puyuhuapi

O pueblito - Puyuhuapi

Depois de quatro dias nas Termas, a viagem de cinco horas de catamarã te põe frente a frente com a grandiosa Geleira. Clichê ou não, você poderá tomar uísque com os gelinhos que ficam nadando pelo mar. O catamarã te deixará em Puerto Chacabuco, de onde você partirá para Balmaceda na manhã seguinte. E para quê tudo isso? Vou lhe dar vários motivos.


1. Para ver de perto um lugar de natureza exuberante, em que chove 300 dias no ano (Acredite, é isso mesmo!). Esse e outros fatores, que dificultavam o acesso humano, levaram o governo chileno a conceder incentivos para que a região fosse habitada. Hoje a região de 100 mil metros quadrados tem aproximadamente 90 mil habitantes. O pueblo, Puyuhuapi, tem 500 pessoas!


Parque Nacional Queulat


2. Para ficar desconectado do mundo, num quarto com chão aquecido naturalmente, sem TV e sem telefone, de onde se percebe a maré da Baía Dorita subir e baixar calmamente. 

Terraço do quarto
Baía Dorita 

3. Para enfrentar a congelante temperatura do Pacífico após mergulhar nas piscinas de águas termais a 38 graus de temperatura! 




4. Para se preocupar apenas com o horário do café, do almoço e do jantar e, nem de longe, ter que controlar a quantidade de vinho que irá ingerir.

5. Para ver uma das coisas mais grandiosas na Natureza que já vi, uma geleira como aquela!

 



Para que, daquele dia em diante, eu me lembrasse desses intensos 5 dias de férias!

Dicas:

Esteja preparado para o frio, que é bem rigoroso já no outono. 
Informe-se, pois durante o inverno não há saídas para as geleiras.
Vá antes que seja tarde, pois a Geleira San Rafael vem recuando por conta do aquecimento global.

11 de novembro de 2009

Rancho do Peixe - Eta vida boa!


Eta vida boa!!! Um chalé todo arrumadinho, com uma cama maravilhosa e o barulho do vento para embalar seu sono. Acordar com os primeiros raios de sol entrando pelo teto, acompanhados dos passarinhos agitados que vem cochichar dentro do chalé. Antes do caprichado café da manhã, uma paradinha na rede para admirar a paisagem: é quase inacreditável! Depois, sol, areia, muito vento e uma cervejinha no bar da praia. Um mergulho na piscina e um cochilo (porque não!?!?). À noite, do Preá rumo à Jeri para jantar (de jardineira ou bug, é lógico!) No dia seguinte, começar tudo de novo. Que rotina mais deliciosa! Experimente: www.ranchodopeixe.com.br.










7 de setembro de 2009

Andaluzia 4: Granada

A expectativa em relação a Granada era alta, especialmente, por causa de Alhambra.
Começamos bem. Aliás, começamos muito bem: o nosso hotel (Almunia del Valle), localizado fora da cidade, em Monachil, era fantástico!  As fotos dizem tudo: banheira maravilhosa, cama ultra confortável, café da manhã muito gostoso e vista magnífica da Sierra Nevada!











Acho que não foi à toa que relaxamos tanto neste lugar no dia em que chegamos. Tínhamos que recarregar as baterias para o que ainda estava por vir.
No dia seguinte fomos direto ao centro, conhecer as ruas de lojas com artigos do Marrocos (Calderia Vieja e Calderia Nueva). Fiquei perdida. Eram tantas as opções que não consegui escolher um lustre daqueles bem típicos e coloridos, que eu queria tanto.




Ali, se quiser comer comida marroquina e tomar um chá de menta também vai encontrar. Mas eu não podia pensar em comer, só em beber! O calor derretia meus miolos!
Então, paramos para um chope no Cunini, bar de tapas magnífico indicado pela gerente do nosso hotel, que fica na Plaza de Pescaderia, 14. Ah, e o melhor você não sabe: a cada chope uma tapa surpresa (e grátis!) era colocada bem à nossa frente! Olha essa miga com sardinha!!!!


Na rua do bar e pela redondeza da Catedral você pode ver barracas e lojas de frutas, legumes, peixes, frutas secas e milhares de tipos chás. É uma perdição!








Conhecer Alhambra com calor de 39 graus na cabeça acabou com a gente! Aliás, isso nos deixou irritados, sem paciência e acho que até prejudicou o passeio.
Depois de 1 hora e pouco, torcíamos para acabar logo e tomarmos mais um chope no Cunini ou no bar vizinho Oliver! Quando enfim conseguimos chegar lá, ainda estavam fechados e tivemos que esperar um pouquinho. Mas nos despedimos com gosto de Granada!




 Dicas
1. A siesta é levada muito a sério! Procure descobrir os horários antes de ir aos lugares!
2. Não pare nos restaurantes mega turísticos da Praça Bib-Rambla. Ande mais dois quarteirões e vá ver os locais se divertirem no Cunini e no Oliver. Vale à pena!
3. Se estiver de carro, pare no estacionamento da Puerta Real para andar no centro e, de lá, pegue um ônibus para Alhambra, que demora mais ou menos 10 minutos.
4. Compre pela internet seus ingressos para visitar Alhambra. Se deixar para comprar na hora, pode ter que dar meia-volta sem conhecer. Para comprar acesse o site oficial de Alhambra.
5. Reserve um dia inteiro e mais meio dia para curtir Granada. Se dormir duas noites, seu passeio será mais completo.
6. Veja com calma as barraquinhas de frutas secas, você vai se surpreender!