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12 de maio de 2010
Paris by Philippe Starck: Hotel Mama Shelter
Se você pretende curtir férias em Paris fora do roteiro óbvio/turístico, um bom começo é hospedar-se no Mama Shelter. Com design criado por Philippe Starck, o hotel conquistou diversas indicações importantes (Revistas Wallpaper e Travel and Leisure). Ele oferece conforto e modernidade, aliados a preços acessíveis (no mês de setembro, há diárias por 89 euros! Mas os preços podem chegar perto de 200 euros, no quarto mais luxuoso). Além disso, por ser localizado fora do centro da cidade, bem distante das atrações turísticas mais procuradas e do agito cosmopolita, poderá lhe proporcionar uma experiência bem diferente: a vida num bairro parisiense.
9 de março de 2010
Jose Ignacio. A dica é: vá!
Fui a Jose Ignacio porque sou obstinada. Ouvi pela primeira vez a respeito desta praia há um ano e meio num programa do Discovery Travel and Living. Anotei meia dúzia de palavras num papel .... como se eu fosse precisar! De tempos em tempos eu dava uma olhadinha na internet, tentava encaixar num feriado. Neste carnaval deu certo.
Fica a 40 Km de Punta Del Este. Aluguei o carro em Montevideo e fui até lá. Uma viagem tranquila, de duas horas. Quando cheguei, não tinha mais vontade de sair, de ir para as praias mais próximas a Punta, mais abarrotadas de gente. Tem uma atmosfera especial. É um pueblo bem pequeno, com lojinhas e restaurantes bons, um ou dois mercadinhos, uma sorveteria Freddo (ai como eu gosto!) pousadas e casas charmosas e o farol, de onde se pode ver as duas praias, a Mansa e a Brava.
A Brava costuma ser mais lotada que a Mansa. Talvez seja pela presença do restaurante La Huella, que, por ficar praticamente na areia, permite que as pessoas façam uma pausa para o almoço sem ter que retirar as coisas da praia.
A Mansa não oferece qualquer estrutura de bar ou restaurante e é mais procurada ao entardecer, porque tem posição privilegiada para ver o por-do-sol, que acontece no mar.
Geralmente as pessoas costumam sair da praia para o almoço e, depois, lá pelas 5 da tarde, voltam e ficam até o fim do dia. Já os que não arredam o pé da areia, preferem levar seus comes e bebes em sacolas ou caixas térmicas. Não exagero ao dizer que vi várias pessoas com espumante na praia, com taça e tudo. Esquema profissional! Pena que eu não tinha uma caixa dessas, pois faria o mesmo.
Lá, não existem as barraquinhas de vendedores que existem por aqui. Deve ser por isso que, nos poucos quiosques, uma lata de cerveja morna custa R$ 10,00!
Por isso, prepare-se: leve seu isopor ou acostume-se com a idéia do preço e da temperatura da cerveja.
Há muitas famílias e muitas crianças na praia, ou seja, não é um destino indicado apenas para casais.
Divirta-se!
Fica a 40 Km de Punta Del Este. Aluguei o carro em Montevideo e fui até lá. Uma viagem tranquila, de duas horas. Quando cheguei, não tinha mais vontade de sair, de ir para as praias mais próximas a Punta, mais abarrotadas de gente. Tem uma atmosfera especial. É um pueblo bem pequeno, com lojinhas e restaurantes bons, um ou dois mercadinhos, uma sorveteria Freddo (ai como eu gosto!) pousadas e casas charmosas e o farol, de onde se pode ver as duas praias, a Mansa e a Brava.
A Brava costuma ser mais lotada que a Mansa. Talvez seja pela presença do restaurante La Huella, que, por ficar praticamente na areia, permite que as pessoas façam uma pausa para o almoço sem ter que retirar as coisas da praia.
A Mansa não oferece qualquer estrutura de bar ou restaurante e é mais procurada ao entardecer, porque tem posição privilegiada para ver o por-do-sol, que acontece no mar.
Geralmente as pessoas costumam sair da praia para o almoço e, depois, lá pelas 5 da tarde, voltam e ficam até o fim do dia. Já os que não arredam o pé da areia, preferem levar seus comes e bebes em sacolas ou caixas térmicas. Não exagero ao dizer que vi várias pessoas com espumante na praia, com taça e tudo. Esquema profissional! Pena que eu não tinha uma caixa dessas, pois faria o mesmo.
Lá, não existem as barraquinhas de vendedores que existem por aqui. Deve ser por isso que, nos poucos quiosques, uma lata de cerveja morna custa R$ 10,00!
Por isso, prepare-se: leve seu isopor ou acostume-se com a idéia do preço e da temperatura da cerveja.
Há muitas famílias e muitas crianças na praia, ou seja, não é um destino indicado apenas para casais.
Divirta-se!
Praia Mansa
Pelas ruas da cidade
Padaria, com empanadas de carne fantásticas
Praça central
Praia Brava
21 de fevereiro de 2010
Segredinho em Firenze - Le Stanze di Santa Croce B&B
O site Secret Places, que eu já venho indicando há algum tempo, acertou de novo. Em Firenze, escolhi o Le Stanze di Santa Croce. Na chegada, um bilhete de boas-vindas acompanhado de um mapa da cidade. Ninguém por perto, só a promessa escrita de encontrar a anfitriã Mariangela no café-da-manhã do dia seguinte. O quarto colorido e bem decorado, cheiroso, os lençois branquinhos e deliciosos já me acolheram de imediato. No dia seguinte, Mariangela me recebeu como quem recebe um amigo em sua própria casa: me deu do bom e do melhor para comer, serviu café fresquinho, sentou e bate-papo na maior simpatia! Aliás, fizemos isso com gosto durante os quatro dias que estive lá. Além disso, as grandes experiências gastronômicas que tive na cidade ocorreram por indicações dela. E o que mais ainda ela podia fazer por mim? Guardar toda a tralha que comprei e não tinha condições de carregar até o curso de culinária. Ótimo. Um motivo para voltar depois, e ficar mais uma noite .... e foi exatamente o que eu fiz!
31 de dezembro de 2009
VIAGENS DE CLAUDIA - Revista Elas e Lucros n. 08
Na primeira vez que fui para a Europa, não tinha um tostão para gastar em bobagens: curso de inglês de dois meses e mochilão nas costas por mais trinta e cinco dias me permitiram trazer na mala apenas uma blusa de lã do nepal, uma coletânea de quatro cds do The Clash e um anel de prata. Consciente dos meus limites, sem dúvida. Mas eu já tremia diante de uma vitrine. Sempre tremi, minha mãe é testemunha! A “rainha da tranqueira” sempre pronta a gastar até o último centavo.
Rumo à Europa pela segunda vez, achei que eu merecia me divertir um pouquinho. Então, com quase um ano de antecedência, comecei a comprar alguns euros periodicamente. Fiz a estimativa de custos de hospedagem, alimentação, locomoção e passeios turísticos. Determinei também o valor que eu gastaria em amenidades, futilidades, desejos e o que mais viesse pela frente. Cartão de crédito seria, definitivamente, carta fora do baralho, exceto em caso de emergência. Comprei cinco bolsas, uma dúzia de lenços, bijuterias, chás variados, tênis, blusinhas e outras coisinhas mais que não me lembro agora. Mas respeitei o meu limite! Após três semanas viajando (Praga, Cracóvia, Budapeste, Berlim, Amsterdam e Paris), voltei pra casa feliz da vida com minhas novidades na mala e, o que é melhor de tudo, sem fatura surpresa de cartão de crédito para vencer. E, acredite, voltei com dinheiro para o Brasil!
Mas, de lá pra cá, em quatro anos, em algum momento, em alguma curva, eu me perdi.
A minha listinha básica de compras continua existindo: sabonetes, óleo desembaraçante para o cabelo, shampoos, chás, lenços, bolsas, necessaires etc.
Só que o limite ... ah, eu não mereço ter limites, não é mesmo? Afinal, eu trabalho tanto para quê? E também, quando eu vou voltar a este lugar? Quando terei a oportunidade de comprar isso?
São essas e outras frases que acabam proporcionando momentos únicos como, por exemplo, roer as unhas até o talo depois de comprar até escorredor de macarrão e lençol na Ikea de Praga.
Por isso, minha primeira (e mais importante) dica é: não importa o quanto você ganha, se é muito ou pouco, o que conta é o planejamento financeiro da viagem, dentro dos seus limites, é lógico. E quanto antes começa a se programar, mais chances de êxito você terá.
E aí vai a minha segunda dica: sabe aquele ímpeto de pensar no próximo destino enquanto ainda está curtindo o sol nas férias atuais? Não deixe que ele esfrie e, tão logo volte para casa e à sua rotina, comece a rascunhar sua planilha.
Terceira sugestão: pesquise preço de passagens e dê preferência às companhias com programa de milhagens. Para não fazer bobagens, leia sempre o regulamento do programa de milhagens. E guarde os extratos mensais impressos pois, caso você seja vítima de um racker e suas milhas simplesmente desapareçam você terá provas para pleitear a devolução pela companhia aérea.
Quarta sugestão: é aconselhável estabelecer uma verba diária para hospedagem. Pelo padrão de hotel que deseja ficar, dá para fazer uma boa estimativa através de sites de reservas. Se você vai viajar em várias pessoas, alugar apartamento é uma saída considerável.
Quinta sugestão: estabelecer verba diária para alimentação e passeios. Se você curte museus, teatros, óperas, musicais precisa saber ao menos as principais atrações que deseja visitar, pois isso consome boa parte da grana na viagem.
Sexta sugestão: lembre-se que carro encarece a viagem! Mas se quer alugar carro, que tal investir nisto e economizar em outra coisa?
Sétima sugestão: separe uma verba específica para desejos pessoais e amenidades. Se você é das minhas e pretender comprar desde lenços até edredons, passando por velas, casacos, pijamas, chocolates e torradeira (como é linda minha torradeira estampada que trouxe de Paris!), tem que ter uma verba pré-estabelecida para isso.
Oitava sugestão: estabelece penalidades para não estourar os gastos. Suponha que sua verba diária seja de 100 euros. Se num dia gastar apenas 80, os 20 restantes podem ir para um fundo com destinação específica. E se gastar 120 euros num dia, no dia seguinte sua verba cai para 80!
Nona sugestão: anote tudo. Isso será útil nesta e em outras viagens. E lembre-se: anotar todos os gastos não é coisa de pobre, mas de gente inteligente!
Décima e sugestão: deixe o cartão de crédito no cofre do hotel. Se você seguir todas as outras dicas, isso acontecerá naturalmente, porque você não precisará dele!
24 de novembro de 2009
Milão: compras, panzerotti e zabaione.
Milão é a típica cidade grande, cheia de executivos de ternos bem alinhados andando para lá e para cá. As mulheres de tailleur e sapato louboutin desfilam pela Galeria Vitorio Emanuelle. Os turistas disputam espaços nas vitrines da Ferragamo e da Louis Vuitton. Cidade onde corre dinheiro; isso se vê nas ruas, na cara das pessoas. Pouco cativante, nem parece o mesmo país da Toscana, dos italianos estridentes, de apetite infindável e espontaneidade única
Tentei fugir da rota estritamente turística, mas não me dei bem. Tentei o bairro da Rua Paolo Serpi, indicado por um site: roubada master, pois é um Bom Retiro piorado, bem piorado.
Também tentei o bairro Navigali, que imaginava ser algo estilo Vila Madalena. Os restaurantes estavam vazios, algumas lojas fechadas e ninguém nas ruas. Como é lotado de bares, talvez o ideal seja ir à noite, nos fins-de-semana.
Por isso, acabava sempre ficando na região do Duomo e da Galeria Victorio Emanuelle.
Por ali, você pode encontrar tudo o que quiser comprar na Corso Victorio Emanuelle e na Via Torino.
Na Via Torino tem FNAC, Camper, Muji, Zara, Beneton, Promod, Accessorize e todas aquelas lojas que você vê nas principais cidades da Europa e que eu adoro.
A Corso Emanuelle repete muitas dessas lojas. Nela, você encontra a Rinascente, loja de departamentos com todas as marcas que puder imaginar, especialmente as mais caras (Missoni, Pucci, Diesel, Ferragamo, DKNY etc). O departamento de perfumes é ótimo, muito completo. Os departamentos de decoração e utilidades domésticas tem uma variedade imensa de itens e marcas. Você encontra absolutamente tudo: Bodum, Reisenthel, WMF, Oxo, Lampe Berger, Alessi, Fakelmann, Le Creuset, Cusinart e muito mais.
No último andar, além de encontrar várias guloseimas maravilhosas (flor de sal, chás da Kusmi, torrones, pan forte de Siena, geléias, azeites trufados etc), você pode escolher entre restaurantes ou bares para tomar um aperetivo, um café ou mesmo jantar bem ao ladinho das torres do Duomo! À noite, com as luzes do Duomo acesas, é muito lindo!
Não deixe de subir ao telhado do Duomo: alem da vista, é uma experiência inusitada, pois não é sempre que se pode subir no telhado de uma grande igreja!
Para não ser injusta, preciso dizer que tive duas experiências gastronômicas fantásticas em Milão:
Panzarroti, no Cuini – Via S. Radegonda
Passando pela rua na hora do almoço, vi filas que saiam da pequena “lanchonete”e avançavam pela rua. A fila era tão grande, que me intrigou. Voltei. Que bom que voltei! Panzarotti! Uma das guloseimas mais fantásticas que já provei! Comi duas de cara! Depois de dois dias, voltei! Que bom que voltei! Repeti a de tomate com muzzarella. Divina! Se voltar a Milão, vou direto pra lá.
Zabaione quente, no Milanese – Via Santa Marta, 11
É divino! O prato era ótimo também (tagliarini com cogumelo porcini fresco), mas o Zabaione te faz esquecer do resto, predomina na sua mente! Posso lembrar do gosto desta sobremesa!
Tentei fugir da rota estritamente turística, mas não me dei bem. Tentei o bairro da Rua Paolo Serpi, indicado por um site: roubada master, pois é um Bom Retiro piorado, bem piorado.
Também tentei o bairro Navigali, que imaginava ser algo estilo Vila Madalena. Os restaurantes estavam vazios, algumas lojas fechadas e ninguém nas ruas. Como é lotado de bares, talvez o ideal seja ir à noite, nos fins-de-semana.
Por isso, acabava sempre ficando na região do Duomo e da Galeria Victorio Emanuelle.
Por ali, você pode encontrar tudo o que quiser comprar na Corso Victorio Emanuelle e na Via Torino.
Na Via Torino tem FNAC, Camper, Muji, Zara, Beneton, Promod, Accessorize e todas aquelas lojas que você vê nas principais cidades da Europa e que eu adoro.
A Corso Emanuelle repete muitas dessas lojas. Nela, você encontra a Rinascente, loja de departamentos com todas as marcas que puder imaginar, especialmente as mais caras (Missoni, Pucci, Diesel, Ferragamo, DKNY etc). O departamento de perfumes é ótimo, muito completo. Os departamentos de decoração e utilidades domésticas tem uma variedade imensa de itens e marcas. Você encontra absolutamente tudo: Bodum, Reisenthel, WMF, Oxo, Lampe Berger, Alessi, Fakelmann, Le Creuset, Cusinart e muito mais.
No último andar, além de encontrar várias guloseimas maravilhosas (flor de sal, chás da Kusmi, torrones, pan forte de Siena, geléias, azeites trufados etc), você pode escolher entre restaurantes ou bares para tomar um aperetivo, um café ou mesmo jantar bem ao ladinho das torres do Duomo! À noite, com as luzes do Duomo acesas, é muito lindo!
Não deixe de subir ao telhado do Duomo: alem da vista, é uma experiência inusitada, pois não é sempre que se pode subir no telhado de uma grande igreja!
Para não ser injusta, preciso dizer que tive duas experiências gastronômicas fantásticas em Milão:
Panzarroti, no Cuini – Via S. Radegonda
Passando pela rua na hora do almoço, vi filas que saiam da pequena “lanchonete”e avançavam pela rua. A fila era tão grande, que me intrigou. Voltei. Que bom que voltei! Panzarotti! Uma das guloseimas mais fantásticas que já provei! Comi duas de cara! Depois de dois dias, voltei! Que bom que voltei! Repeti a de tomate com muzzarella. Divina! Se voltar a Milão, vou direto pra lá.
Zabaione quente, no Milanese – Via Santa Marta, 11
É divino! O prato era ótimo também (tagliarini com cogumelo porcini fresco), mas o Zabaione te faz esquecer do resto, predomina na sua mente! Posso lembrar do gosto desta sobremesa!
24 de setembro de 2009
Madrid: a dica é gastar!
Women' secrets – loja espanhola de lingerie e pijamas (coisa pela qual eu sou absolutamente louca). Tem lojas pela cidade inteira. Como disse minha prima, tem pijama com cara de roupa! E acredite: é mais barato do que muita loja no Brasil!
Camper – loja espanhola de sapatos ultra confortáveis que custam o olho da cara no Brasil. A coleção outono inverno costuma ser legal. Agora, a de primavera verão dificilmente dá para encarar.
Muji – loja japonesa com tudo o que se pode imaginar. As kits e frascos para viagem são divinos. Os sais de lavanda também. As velas de figo então, nem se fala! E os kits de escritório?!?! Demais! Calle Fuencarral, n. 36-38 e Calle Goya, n. 9.
Vinçon -loja de decoração que eu adoro! Além das marcas tradicionais, há coisas bem diferentes e modernas.
Camper – loja espanhola de sapatos ultra confortáveis que custam o olho da cara no Brasil. A coleção outono inverno costuma ser legal. Agora, a de primavera verão dificilmente dá para encarar.
Muji – loja japonesa com tudo o que se pode imaginar. As kits e frascos para viagem são divinos. Os sais de lavanda também. As velas de figo então, nem se fala! E os kits de escritório?!?! Demais! Calle Fuencarral, n. 36-38 e Calle Goya, n. 9.
Vinçon -loja de decoração que eu adoro! Além das marcas tradicionais, há coisas bem diferentes e modernas.
25 de julho de 2009
Andaluzia: viaje comigo.
Pronto, decidido: 26 dias, Formentera e viagem de carro pela Andaluzia, Madrid e, no fim, uma passadinha em Amsterdam!
O Guia Drive Around - Andalucia & Costa do Sol, da Editora Thomas Cook, especializado em viagem de carros, me ajudou a montar o roteiro. Comprei na Livraria Cultura, claro. Para ter a noção exata das distâncias, utilizei o Google Maps, e pude programar quanto andaríamos por dia, em que cidades dormiríamos e quais lugares visitaríamos ao longo da viagem.
Bom, te convido pra viajar comigo!
Pra começar, sugiro aqui a trilha sonora que nos acompanhou durante 11 dias de carro pela Andaluzia. Para te situar, fiz um mapa dos lugares que passei ... e vá acompanhando os posts ao longo das próximas semanas!
Pignoise - Estoy enfermo ((con Melendi))
Melendi - Loco
James Morrison - Broken Strings
La Quinta Estacion - Que Te Queria
Melendi - Por Amarte Tanto
Beyonce - If I Were A Boy
Efecto Mariposa - Por quererte
Melendi - Por Que tu No Eres Un Coche
Black Eyed Peas - I Gotta Feeling
El Canto del Loco - La Suerte De Mi Vida
Melendi - Calle La Pantomima
El Sueño de Morfeo - Si no estas
The Killers - Human
Beyonce - Halo
16 de abril de 2009
Cheiro de lavanda e sabor de azeite: assim é a Provence!
Foi num domingo qualquer, em que eu parei sem querer no Telecine e comecei a assistir Um Bom Ano, de Riddley Scott. O roteiro não é lá estas coisas, já que o protagonista (Russell Crowe) tem que escolher entre ser bilionário na Inglaterra, trabalhando no mercado financeiro, ou ser milionário na Provence, nas terras que herdou de seu tio. Difícil, não?!?! Mas isso passa a não ter a menor importância a partir do momento em que as paisagens da Provence começam a aparecer no filme. E foi assim que decidi ir para lá. Numa folha de jornal, anotei a primeira pista: Place L'etang. No dia seguinte, dá-lhe google! Depois de 40 minutos, uma hora de intensa pesquisa, descobri o Luberon e, então, não tirei mais esse lugar da cabeça!
3. Maussane-les-Alpilles - cidadezinha charmosa que fica a 15 minutos de Les Baux. Tem uma pracinha, a Place Joseph Laugier de Monblan, que é deliciosa pra tomar um sol, bebendo uma taça de vinho rosè à espera do jantar, no La Place, ótimo restaurante que fica por ali mesmo. Faça reserva pois lota!!! O site da cidade é: http://www.maussane.com/
Bem próximo dali fica Fontvieille, cidade onde há um moinho, o Moulin Alhonse Daudet , e St. Rémy-de-Provence, cidade em que Van Gogh morou. Acabei não indo nesta última, mas fica a dica.
4. Arles - é uma cidade bem maior que as anteriores. Tem o anfiteatro romano rodeado por umas ruizinhas bonitinhas e bem estreitas. Também vale visitar o Espace Van Gogh, o antigo hospício onde o pintor cortou sua própria orelha. Ver de perto o jardim que o inspirou para algumas obras é emocionante!
PIQUENIQUE EM ARLES

ESPACE VAN GOGH

5. Cassis - super charmosa, fica bem perto de Marseille. Em Cassis, a partir do Porto saem os barcos para conhecer os Calanques (http://www.calanques13.com/). Esse passeio é imperdível!!! É muito lindo! Depois, saia de carro e pegue a estradinha que chama Route des Cretes. Tem vários mirantes pra apreciar as águas azuis do Mediterrâneo. Pare em tudo, sem pressa. Depois, você pode ir até Ciutat, almoçar no Calanque de Figuerolles (http://www.figuerolles.free.fr/). O Lugar é bem bonito e mais tranquilo que os restaurantes do porto em Cassis. Eu não dormi em Cassis, mas quando eu voltar (eu vou voltar!), vou ficar um ou dois dias por lá. Há ótimos restaurantes e lojinhas, várias lojinhas! O site da cidade é http://www.cassis.fr/.
A CIDADE

O PORTO

CALANQUES

ROUTE DES CRETES

6. Moutiers Sainte-Marie - mais uma cidade encravada nas pedras, com uma atmosfera toda especial. Quando cheguei lá, parecia mentira, parecia filme ... aquela montanha de pedra, uma escadaria enorme para subir até a Capela Notre Dame de Beauvoir ... casinhas e hotéis fofos, tudo perfeito, lindo ... oliveiras por toda a parte, o barulhinho de água escorrendo pelo meio da cidade ... as ruas desertas à noite, o silêncio .... Adorei essa cidade!!!
Almoçamos no La Treille Muscate, que é ótimo!!! Sente na varanda, pertinho do rio, pra ficar admirando a cidade. (http://www.restaurant-latreillemuscate.com/)
Ficamos no Clos de Iris (http://www.closdesiris.fr/). Não é tão requintado quanto o hotel de Les Baux, mas é muito confortável e aconchegante e o café da manhã, feito na varanda do quarto, é perfeito!!! É a cara da Provence!!!
MOSTIERS SAINTE MARIE


7. Gorges du Verdon - saindo de Mostiers em direção a La Palud (20 km), você tem acesso à estrada D 23 - Route des Crêtes. É uma estrada circular, que te levará aos melhores pontos para observar o cânion do Rio Verdon. É sinuosa e exige atenção. Por isso, deixe o vinho para depois! Mas as vistas são de tirar o fôlego e não há a menor chance de você se arrepender!!!

8. Manosque - apenas de passagem pela cidade, fui até a fábrica da L'occitane. Para quem é viciado em L'occitane (existe isso ou eu sou a única!?!?) é um ótimo passeio. As visitas pela fábrica devem ser agendadas com antecedência e só ocorrem uma ou duas vezes por semana. Os preços da loja de fábrica são 10% inferiores ao do restante da Europa. Telefones para agendar seu tour: Centro de Turismo de Manosque: +33 (0) 4.92.72.16.00 e Centro de Turismo de Greox-les.Bains: +33 (0)4.92.78.01.08.

9. Cucuron - não podia deixar de falar de Cucuron, já que a tal praça do filme fica lá. Mas além da praça, não decobri o que fazer por lá. Mas além da praça, não vi mais nada e não descobri o que fazer nesta cidade. Mas foi nas ruas de Cucuron que me indicaram Lourmarin.

10. Loumarin – Foi a cidade que mais gostei no Vale do Luberon. Lojinhas legais, restaurantes ótimos, muito bonitinha mesmo! Na rua principal, que você pode ver na primeira foto abaixo, tem um pouco de tudo: a loja de azeites trufados que são maravilhosos; a loja de artigos de cozinha; a loja de presentes, que tem artigos das marcas La Marelle e La Fiance du Mecong, que mencionei no post sobre o Marais; a Boulangerie que é uma delícia (prove uma bolacha doce gigante feita com azeite, que é muito típica da região); os cafés!
Na Place de la Fontaine tem um restaurante fantástico, o Michel Ange! Não deixe de ir, pois tem um dos melhores pratos que já provei: penne com legumes (legumes plantados na Provence não são iguais aos comprados em supermercados aqui, lembre-se disso!) ao azeite de trufas brancas!!! Só fique atento aos horários, porque qualquer dia pode virar dia de folga.
O hotel que ficamos, o Bastide de Lourmarin é muito bom: http://www.hotel-bastide.com/.Só para esclarecer o quanto eu gostei desta cidade, voltamos no último dia para dormir no Hotel Bastide, comer na Boulangerie e fechar a viagem com chave de ouro!


11. Menerbes - não me hospedei em Menerbes, mas lá tivemos uma boa experiência gastronômica no Restaurante Clementine. Comemos uma trouxinha de massa folhada crocante recheada com chevre, com esta vista do Luberon (foto abaixo), tomando um vinho rose bem geladinho!!! Preciso falar mais??!

12. Gordes - também é linda, mas depois de Lourmarin, não foi fácil me agradar tanto. A praça do filme (foto abaixo) não é tão agitada quanto esperava, e o restaurante dali, extremamente caro! Em uma ruela perto da praça encontrei uma boulangerie que comi um éclair de chocolate inesquecível! Para jantar, o Estaminet tem ótimos pratos e um ambiente agradável!


Dicas gerais
1. Viaje de carro e sem pressa. Quando pensar em para em uma cidadezinha que sequer tinha ouvido falar, pare.
2. Compre os produtos locais: sachê de lavanda, sabonete de lavanda, azeites, fruits confits (frutas confeitadas), pães e queijos.
3. Fique atento aos horários de restaurantes e do comércio, pois costumam fechar à tarde por 2 ou 3 horas.
4. Informe-se nos centros de turismo das cidades sobre os dias de feira-livre da região.
5. Se quiser ver os campos de lavanda floridos, programe-se para ir a partir de junho.
6. Siga o símbolo das mais belas Vilas da França; basta pegar o mapa do Luberon, que é fornecido nos centros de turismo ou no link abaixo:
http://www.luberon-tourisme.com/cartes/carte_luberon.html#hautcarte
Comecei a procurar material e na Livraria Cultura (http://www.livrariacultura.com.br/) - que aliás, é fantástica nesse setor - encontrei o Guia TOP 10 Provença e Côte D'Azur, que me ajudou muito na definição do roteiro. Também peguei dicas ótimas de amigos (Grá e Medina, que dicas!!!) que moraram na França e estiveram nessa região. Levei 9 dias para fazer o percurso a seguir, com calma, sem correria. É uma viagem pra fazer de carro.
A única coisa que acabei não explorando foram as cidades maiores, como Aix e Marseille. É que depois de ir a lugarejos onde mal se ouve o ruído de carros, é um pouco assustador pegar trânsito, procurar estacionamento, ver filas em restaurantes, shoppings, barulho, enfim .... essa definitivamente não era a Provence que eu queria. Por isso minha dica é: se for a estas cidades, programe-se para começar por elas, pois quando chegar aos vilarejos sofrerá um choque positivo! Veja o meu roteiro:
1. Avignon - uma cidade murada, onde fica o Palais des Pepes. Ainda que você não tenha o mínimo interesse pela história da igreja católica, a grandiosidade da construção do palácio tira o fôlego de qualquer um.
2. Les Baux de Provence - o amigo que me recomendou esta cidade disse que era um passeio dispensável, se comparada à região de Gordes ou ao Gorges du Verdon. Resolvi ir assim mesmo. Já na estrada de Avignon a Les Baux, pela quantidade de mirantes e pela vista já podia imaginar o que me esperava. Chegando lá, hotéis de beira de estrada muito fofos e a cidade, um minúsculo povoado encravado nas montanhas de calcário, aos pés das ruínas do antigo castelo. A entrada ao Castelo é indispensável: de lá você terá uma das vistas mais lindas e amplas que pode imaginar!
Fiquei no Hotel de la Bevengudo (http://www.bevendugo.com/) e eu indico fortemente. O quarto era muito aconchegante, com banheira de hidromassagem e um café da manhã muito bom, com croissants frequinhos, geléia e iogurte caseiro.
Fiquei no Hotel de la Bevengudo (http://www.bevendugo.com/) e eu indico fortemente. O quarto era muito aconchegante, com banheira de hidromassagem e um café da manhã muito bom, com croissants frequinhos, geléia e iogurte caseiro.
3. Maussane-les-Alpilles - cidadezinha charmosa que fica a 15 minutos de Les Baux. Tem uma pracinha, a Place Joseph Laugier de Monblan, que é deliciosa pra tomar um sol, bebendo uma taça de vinho rosè à espera do jantar, no La Place, ótimo restaurante que fica por ali mesmo. Faça reserva pois lota!!! O site da cidade é: http://www.maussane.com/
Bem próximo dali fica Fontvieille, cidade onde há um moinho, o Moulin Alhonse Daudet , e St. Rémy-de-Provence, cidade em que Van Gogh morou. Acabei não indo nesta última, mas fica a dica.
4. Arles - é uma cidade bem maior que as anteriores. Tem o anfiteatro romano rodeado por umas ruizinhas bonitinhas e bem estreitas. Também vale visitar o Espace Van Gogh, o antigo hospício onde o pintor cortou sua própria orelha. Ver de perto o jardim que o inspirou para algumas obras é emocionante!
PIQUENIQUE EM ARLES

ESPACE VAN GOGH

5. Cassis - super charmosa, fica bem perto de Marseille. Em Cassis, a partir do Porto saem os barcos para conhecer os Calanques (http://www.calanques13.com/). Esse passeio é imperdível!!! É muito lindo! Depois, saia de carro e pegue a estradinha que chama Route des Cretes. Tem vários mirantes pra apreciar as águas azuis do Mediterrâneo. Pare em tudo, sem pressa. Depois, você pode ir até Ciutat, almoçar no Calanque de Figuerolles (http://www.figuerolles.free.fr/). O Lugar é bem bonito e mais tranquilo que os restaurantes do porto em Cassis. Eu não dormi em Cassis, mas quando eu voltar (eu vou voltar!), vou ficar um ou dois dias por lá. Há ótimos restaurantes e lojinhas, várias lojinhas! O site da cidade é http://www.cassis.fr/.
A CIDADE

O PORTO

CALANQUES

ROUTE DES CRETES

6. Moutiers Sainte-Marie - mais uma cidade encravada nas pedras, com uma atmosfera toda especial. Quando cheguei lá, parecia mentira, parecia filme ... aquela montanha de pedra, uma escadaria enorme para subir até a Capela Notre Dame de Beauvoir ... casinhas e hotéis fofos, tudo perfeito, lindo ... oliveiras por toda a parte, o barulhinho de água escorrendo pelo meio da cidade ... as ruas desertas à noite, o silêncio .... Adorei essa cidade!!!
Almoçamos no La Treille Muscate, que é ótimo!!! Sente na varanda, pertinho do rio, pra ficar admirando a cidade. (http://www.restaurant-latreillemuscate.com/)
Ficamos no Clos de Iris (http://www.closdesiris.fr/). Não é tão requintado quanto o hotel de Les Baux, mas é muito confortável e aconchegante e o café da manhã, feito na varanda do quarto, é perfeito!!! É a cara da Provence!!!
MOSTIERS SAINTE MARIE


7. Gorges du Verdon - saindo de Mostiers em direção a La Palud (20 km), você tem acesso à estrada D 23 - Route des Crêtes. É uma estrada circular, que te levará aos melhores pontos para observar o cânion do Rio Verdon. É sinuosa e exige atenção. Por isso, deixe o vinho para depois! Mas as vistas são de tirar o fôlego e não há a menor chance de você se arrepender!!!

8. Manosque - apenas de passagem pela cidade, fui até a fábrica da L'occitane. Para quem é viciado em L'occitane (existe isso ou eu sou a única!?!?) é um ótimo passeio. As visitas pela fábrica devem ser agendadas com antecedência e só ocorrem uma ou duas vezes por semana. Os preços da loja de fábrica são 10% inferiores ao do restante da Europa. Telefones para agendar seu tour: Centro de Turismo de Manosque: +33 (0) 4.92.72.16.00 e Centro de Turismo de Greox-les.Bains: +33 (0)4.92.78.01.08.

9. Cucuron - não podia deixar de falar de Cucuron, já que a tal praça do filme fica lá. Mas além da praça, não decobri o que fazer por lá. Mas além da praça, não vi mais nada e não descobri o que fazer nesta cidade. Mas foi nas ruas de Cucuron que me indicaram Lourmarin.

10. Loumarin – Foi a cidade que mais gostei no Vale do Luberon. Lojinhas legais, restaurantes ótimos, muito bonitinha mesmo! Na rua principal, que você pode ver na primeira foto abaixo, tem um pouco de tudo: a loja de azeites trufados que são maravilhosos; a loja de artigos de cozinha; a loja de presentes, que tem artigos das marcas La Marelle e La Fiance du Mecong, que mencionei no post sobre o Marais; a Boulangerie que é uma delícia (prove uma bolacha doce gigante feita com azeite, que é muito típica da região); os cafés!
Na Place de la Fontaine tem um restaurante fantástico, o Michel Ange! Não deixe de ir, pois tem um dos melhores pratos que já provei: penne com legumes (legumes plantados na Provence não são iguais aos comprados em supermercados aqui, lembre-se disso!) ao azeite de trufas brancas!!! Só fique atento aos horários, porque qualquer dia pode virar dia de folga.
O hotel que ficamos, o Bastide de Lourmarin é muito bom: http://www.hotel-bastide.com/.Só para esclarecer o quanto eu gostei desta cidade, voltamos no último dia para dormir no Hotel Bastide, comer na Boulangerie e fechar a viagem com chave de ouro!


11. Menerbes - não me hospedei em Menerbes, mas lá tivemos uma boa experiência gastronômica no Restaurante Clementine. Comemos uma trouxinha de massa folhada crocante recheada com chevre, com esta vista do Luberon (foto abaixo), tomando um vinho rose bem geladinho!!! Preciso falar mais??!

12. Gordes - também é linda, mas depois de Lourmarin, não foi fácil me agradar tanto. A praça do filme (foto abaixo) não é tão agitada quanto esperava, e o restaurante dali, extremamente caro! Em uma ruela perto da praça encontrei uma boulangerie que comi um éclair de chocolate inesquecível! Para jantar, o Estaminet tem ótimos pratos e um ambiente agradável!


Dicas gerais
1. Viaje de carro e sem pressa. Quando pensar em para em uma cidadezinha que sequer tinha ouvido falar, pare.
2. Compre os produtos locais: sachê de lavanda, sabonete de lavanda, azeites, fruits confits (frutas confeitadas), pães e queijos.
3. Fique atento aos horários de restaurantes e do comércio, pois costumam fechar à tarde por 2 ou 3 horas.
4. Informe-se nos centros de turismo das cidades sobre os dias de feira-livre da região.
5. Se quiser ver os campos de lavanda floridos, programe-se para ir a partir de junho.
6. Siga o símbolo das mais belas Vilas da França; basta pegar o mapa do Luberon, que é fornecido nos centros de turismo ou no link abaixo:
http://www.luberon-tourisme.com/cartes/carte_luberon.html#hautcarte
3 de abril de 2009
O Marais é demais!!!
Da última vez que estive em Paris, descobri o Marais! Dormi no Marais, comi no Marais, fiz compra no Marais, fui à feira no Marais, respirei o Marais ... nem pisei na Champs- Elysses!!! Não que eu tenha algo contra isso, mas o Marais...ah, o Marais é demais!!!
Me hospedei no Ibis Bastille-Opera, o qual eu indico! A localização é perfeita, não fica na muvuca, mas você está perto de tudo. O preço é honesto e o hotel é bem novo. Os quartos são um pouco pequenos, mas se a idéia em ficar pelo bairro, isso não é um problema. Reserve com antecedência, pois é bem concorrido.(www.ibishotel.com)
Seguem algumas diquinhas:
1. Pain au raisin (pão doce de creme com uva passa) na padaria da rua do Hotel. É muuuuuito bom. Comi de outros lugares, mas este é incrível!
2. Feira livre aos domingos no Boulevard Richard Lenoir: frutas, legumes, frutos do mar (alguns deles, eu nunca tinha visto!), brinquedos, lenços (lindos e baratos! Comprei logo 10 pra dar de presente!) e flores. Vale muito à pena, pois há uma variedade enorme de produtos.
3. Rue Lappe, Rue de Charonne, Rue de La Roquette: essa região é cheia de bares e restaurantes que, aparentemente, são freqüentados por parisienses. Ótima pedida.
4. Place de Voges: linda, maravilhosa, deslumbrante! Eu jantei ali, vendo o por do sol.
5. Rue des Francs Bourgeois: Tem umas lojas legais. É um caminho óbvio do Marais para o Hotel.
6. Rue du Rosiers: cheia de lojas legais e com vários restaurantes de comida judaica.
7. Pompidou: andar nas ruas ali perto, que tem um comércio bem legal. Fica tudo aberto aos domingos. É cheio de gente. Vale à pena! É bom tomar um vinho ou cerveja nos bares em frente ao Pompidou, Fica muito cheio de gente, cantando, dançando, bebendo etc. As lojas de pôster em frente ao Museu são bem legais.
8. Rue Rambuteau, nº 14 Pain de Sucre – Coma macarrom de menthe (menta). É divino!!!!!
9. Rua Keller: tem umas lojas de rock, com camisetas, discos etc. Nesta rua fica uma lojinha bem legal, cheia de coisinhas alternativas. A loja chama St. Charles de Rose e fica no nº 16. Só pra entender o que tem lá, veja estes sites: www.lamarelleenpapier.net e www.lafianceedumekong.fr.
10. BHV: loja de departamentos que tem tudo o que vc imaginar. Os tecidos, papéis de parede e adesivos de paredes ficam num andar só e são lindos! Tem uma infinidade de materiais para atividades artesanais como scrapbook, tricô etc
11. Le Bain Du Marais: entre no site e veja com seus próprios olhos. Não ouso descrever o lugar, nem dizer o que significou a gomage que fiz lá (www.lesbainsdumarais.com). Se resolverem ir, fiquem atentos aos horários malucos.
12. Le Marche des Enfants Rouges: é um mercado fechado, que vc deve ficar bem atento pra não perder a entrada. Fica no nº 37 ou 39. De sábado, fica lotado de parisienses “alternativ” que vão lá pra almoçar. Eu acho que vale a pena. O couscous da barraca marroquina é super gostoso ... E o chá de menta, tre magnific!!!!!
13. Veja: www.parismarais.com
BOM VOYAGE!!!!
Me hospedei no Ibis Bastille-Opera, o qual eu indico! A localização é perfeita, não fica na muvuca, mas você está perto de tudo. O preço é honesto e o hotel é bem novo. Os quartos são um pouco pequenos, mas se a idéia em ficar pelo bairro, isso não é um problema. Reserve com antecedência, pois é bem concorrido.(www.ibishotel.com)
Seguem algumas diquinhas:
1. Pain au raisin (pão doce de creme com uva passa) na padaria da rua do Hotel. É muuuuuito bom. Comi de outros lugares, mas este é incrível!
2. Feira livre aos domingos no Boulevard Richard Lenoir: frutas, legumes, frutos do mar (alguns deles, eu nunca tinha visto!), brinquedos, lenços (lindos e baratos! Comprei logo 10 pra dar de presente!) e flores. Vale muito à pena, pois há uma variedade enorme de produtos.
3. Rue Lappe, Rue de Charonne, Rue de La Roquette: essa região é cheia de bares e restaurantes que, aparentemente, são freqüentados por parisienses. Ótima pedida.
4. Place de Voges: linda, maravilhosa, deslumbrante! Eu jantei ali, vendo o por do sol.
5. Rue des Francs Bourgeois: Tem umas lojas legais. É um caminho óbvio do Marais para o Hotel.
6. Rue du Rosiers: cheia de lojas legais e com vários restaurantes de comida judaica.
7. Pompidou: andar nas ruas ali perto, que tem um comércio bem legal. Fica tudo aberto aos domingos. É cheio de gente. Vale à pena! É bom tomar um vinho ou cerveja nos bares em frente ao Pompidou, Fica muito cheio de gente, cantando, dançando, bebendo etc. As lojas de pôster em frente ao Museu são bem legais.
8. Rue Rambuteau, nº 14 Pain de Sucre – Coma macarrom de menthe (menta). É divino!!!!!
9. Rua Keller: tem umas lojas de rock, com camisetas, discos etc. Nesta rua fica uma lojinha bem legal, cheia de coisinhas alternativas. A loja chama St. Charles de Rose e fica no nº 16. Só pra entender o que tem lá, veja estes sites: www.lamarelleenpapier.net e www.lafianceedumekong.fr.
10. BHV: loja de departamentos que tem tudo o que vc imaginar. Os tecidos, papéis de parede e adesivos de paredes ficam num andar só e são lindos! Tem uma infinidade de materiais para atividades artesanais como scrapbook, tricô etc
11. Le Bain Du Marais: entre no site e veja com seus próprios olhos. Não ouso descrever o lugar, nem dizer o que significou a gomage que fiz lá (www.lesbainsdumarais.com). Se resolverem ir, fiquem atentos aos horários malucos.
12. Le Marche des Enfants Rouges: é um mercado fechado, que vc deve ficar bem atento pra não perder a entrada. Fica no nº 37 ou 39. De sábado, fica lotado de parisienses “alternativ” que vão lá pra almoçar. Eu acho que vale a pena. O couscous da barraca marroquina é super gostoso ... E o chá de menta, tre magnific!!!!!
13. Veja: www.parismarais.com
BOM VOYAGE!!!!
1 de abril de 2009
IMPERDÍVEIS EM PARIS
Atendendo a pedidos (Rô, Folk e Suzi, Djoz e Pri), pretendo colocar no blog muitas ou todas as dicas de Paris nos próximos dias!!!
8. Île St-Louis - tem a Sorveteria Bertillon, lojas tradicionais de foi gras, temperos e geléias, Loccitane (pra vc que não sabe, sou viciada em Loccitane, por isso a dica), loja de azeites, restarantes fofos e mais um pouco!
14. Chá de menta no Restaurante da Mesquita - se não gostar de chá, vá pra comer doces ou outra coisa...mas vá, é lindo!!!
16. La Grande Épicerie - supermercado de luxo, com tudo o que vc puder imaginar, do mundo inteiro! Chás fantásticos! Pra quem curte cozinhar, é o paraíso na terra. Lá, eu comprei a melhor mussarela de búfala que eu já comi!!! - http://www.lagrandeepicerie.fr/
Resolvi começar pela minha listinha dos IMPERDÍVEIS EM PARIS. Não está em ordem de preferência....não é justo colocar uma ordem....eu amo tudo!!!!
1. Marais - tudo, todas as ruas, principalmente aos domingos ... lojinhas abertas, gente na rua, shows em frente ao Pompidou, cafés lotados...
2. Jardins du Luxembourg - é o meu jardim preferido em Paris! Dá pra comprar uns quitutes na Grande Epicerie e fazer piquenique.
3. Jardin des Tuileries - ali tem um cachorro quente magnífico, bem perto do Obelisco ... caro, porque é lugar mega turístico, mas, fazer o quê?!?! É bom mesmo!!
4. Place des Voges - ali há vários restaurantes. No que fica na esquina da Rue Francs Borgeois comi o melhor crème brûlée de Paris!!! não lembro o nome, mas não é o Ma Bourgogne.
5. Montmartre - a sugestão de passeio à pé do Guia Visual da Folha ("90 minutos à pé por Montmartre" - calcule para fazer em uma manhã, umas 3 horas de duração.) é ótima.
6. Tour Eiffel - preciso explicar?
7. Rue Moufettard - a feira livre é muito boa: pães artesanais, flor de sal, frutas vermelhas fresquinhas, cogumelos que vc nunca deve ter visto, queijos e vinhos e ainda umas lojinhas de acessórios, cds etc A feira ocorre te terça a domingo, das 8 às 13h.
8. Île St-Louis - tem a Sorveteria Bertillon, lojas tradicionais de foi gras, temperos e geléias, Loccitane (pra vc que não sabe, sou viciada em Loccitane, por isso a dica), loja de azeites, restarantes fofos e mais um pouco!
9. Mesquita de Paris - http://www.mosquee-de-paris.org/
10. Vista do Institut du Monde Arabe - talvez você nunca tenha imaginado em ter esta visão da Notre Dame. E ainda tem um restaurante lindo onde vc pode tomar um chá! - http://www.imarabe.org/
11. Maison Berthillon - Fica na ilha Sr Louis, e tem o melhor sorvete de chocolate que já tomei! - http://www.berthillon.fr/
12. Doces do Pierre Hermé - se vc gosta de macarrons, não pode perder. Prepare-se: tem fila na porta! Tem que comer o macarron de maracujá com chocolate! - http://www.pirreherme.com/
13. Place du Marché Ste Catherine - ali fica meu restaurante preferido...mas vá e descubra qual é o seu!
14. Chá de menta no Restaurante da Mesquita - se não gostar de chá, vá pra comer doces ou outra coisa...mas vá, é lindo!!!
15. Crepe do Au petit Grec - crepe fantástico da Rue Mouffetard. Peça com queijo fetta, ou nutella, ou chocolate com laranja, ou pepperoni...tudo é bom!!!!
16. La Grande Épicerie - supermercado de luxo, com tudo o que vc puder imaginar, do mundo inteiro! Chás fantásticos! Pra quem curte cozinhar, é o paraíso na terra. Lá, eu comprei a melhor mussarela de búfala que eu já comi!!! - http://www.lagrandeepicerie.fr/
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